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Os pais podem, sim, contribuir muito para que as chances de sucesso de seus filhos aumentem na fase adulta. Dedicação, amor, cuidados com a educação e o bem-estar fazem parte da lista. Além disso, cada vez mais fala-se da importância da educação financeira para crianças, para que se tornem adultos responsáveis financeiramente, bons poupadores e investidores.

Como ensinar seu filho a economizar? Quanto dar de mesada? Existem regras para mesada dos filhos? Perguntas não faltam quando se trata de lições de educação financeira para pais e filhos. Aqui você confere 10 dicas que podem ajudar bastante a começar este caminho!

  1. Importância da carreira – a criança precisa aprender, desde cedo, que o trabalho é o principal caminho para conseguir renda para viver e, assim, alcançar o equilíbrio financeiro. Mais do que isso, deve ser motivo de realização pessoal e profissional. Para isso, é necessário escolher uma atividade que realmente lhe agrade. A criança deve ter consciência da importância de estudar e se dedicar rumo a este crescimento.
  2. Organização financeira – é fundamental ter a vida financeira em ordem, conhecendo exatamente suas receitas e suas despesas mensais, de forma a poder controlar melhor o uso de dinheiro e fazer planos para ele.
  3. Formas de economizar no dia a dia – cada vez mais, torna-se fundamental gerenciar muito bem o dinheiro, visando esticá-lo o máximo possível. Toda decisão de consumo deve ser planejada, ponderada, para economizar sim!
  4. Necessidade de poupar – Que tal guardar dinheiro no cofrinho? É preciso poupar para realizar sonhos, para construir uma reserva de emergência, para se preparar para o futuro. Os motivos são vários, mas o caminho é sempre este: poupar. Para as crianças aprenderem na prática, o caminho é a mesada. Assim, com sua ajuda, a criança começa a refletir mais sobre o uso do dinheiro que ganhou e busca formas de esticá-lo o máximo possível.
  5. Equilíbrio entre presente e futuro – planejamento financeiro é equilíbrio: entre poupar e gastar, entre presente e futuro. Busque balancear muito bem suas decisões, deixando de fazer algo hoje em prol de uma realização futura. Mas evite os exageros. Ensine seu filho a viver também o momento presente.
  6. Consumo responsável – toda decisão de consumo gera um impacto, não apenas no orçamento (respeitando sempre seu padrão de renda), mas também para a sociedade, e a criança precisa crescer ciente disso. Ser um consumidor responsável significa tomar decisões com consciência, conhecendo bem os seus direitos, optando por consumir produtos de qualidade, de empresas sérias, de boa reputação. Isso sem falar no consumo responsável dos recursos naturais, bem como combater a pirataria. Lições não faltam!
  7. Meios de pagamento – cartão de crédito, de débito, pré-pago, dinheiro, talão de cheques, boleto, transferência bancária. Existem diversas formas de pagamento e um consumidor responsável deve saber quando e como utilizar cada uma delas, aproveitando as vantagens oferecidas em cada situação.
  8. Realização de sonhos – planejar e usar bem os recursos à sua disposição permite realizar sonhos. A criança precisa ter consciência, desde pequena, que a vida é feita de momentos de trabalho e dedicação, mas de curtir a vida também.
  9. Equilíbrio entre o poupar e o gastar – não à toa, o planejamento financeiro é representado por uma balança, pois representa sempre o equilíbrio: entre trabalhar e usufruir, entre poupar e gastar, entre presente e futuro etc. Guardar dinheiro é importante sim, mas deve ser feito com moderação. Nada de passar a vida acumulando, sem aproveitar nada!
  10. Postura dos pais – este talvez seja o principal ponto de reflexão, pois as crianças aprendem muito mais pela prática do que pelo discurso. Procure, como pai ou como mãe, avaliar sua relação com o dinheiro, e verifique se você tem sido coerente entre o que fala e o que faz.
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Fonte: Finanças práticas


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