3 Maneiras de Fazer do Dinheiro um Aliado da Felicidade
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04/11/14

3 Maneiras de Fazer do Dinheiro um Aliado da Felicidade

00Hé uma confusão muito comum em relação ao papel do dinheiro. é verdade que ele existe para ser gasto, como gostam de dizer muitos especialistas, mas isso não significa que ele deve ser desperdié ado. Acumular coisas para ostenté -las é bem diferente de fazer uso inteligente dos recursos financeiros visando qualidade de vida e realização pessoal.

Trabalhamos (muito!) e em troca desse esforé o recebemos dinheiro, que será trocado por produtos, serviços e também usado para investimentos. Assim, acredito que faz sentido associar nossa capacidade financeira também é constru o das condié ões para mais felicidade familiar e tranquilidade.

3 maneiras de fazer do dinheiro um aliado da felicidade

Andei pensando, lendo muito e praticando exercé cios sobre como lidamos com a felicidade, algo bastante subjetivo e pessoal, e entendi que para enxergar o dinheiro como um instrumento dentro desta busca devemos reforé ar mais nossa capacidade de dialogar, nossa defini o de prioridades e nossas aspirações.

Em resumo, creio ser mais produtivo dissociar a felicidade de conquistas materiais, preferindo as experié ncias vividas ao lado das pessoas que amamos e as aspirações ligadas é realização pessoal.

Faça o um resumo abaixo das maneiras que encontrei para relacionar dinheiro e felicidade de uma forma interessante. Acho que o leitor ciente de seu potencial precisa:

1. Definir melhor o que quer

Não tenho nenhuma vergonha de dizer que fiz terapia por muito tempo. Quando ainda tenho alguma dé vida sobre os caminhos a escolher e sobre as mudanças que preciso implementar, volto ao divé . Procuro me conhecer be, cada vez melhor, mas simplesmente para aceitar quem eu sou e minhas decisões.

O dilema de encontrar o que gostamos de fazer e definir aquilo que queremos ser será sempre assustador. Em muitos casos, poré, além de assustador, ele é também paralisante já e quem fica já travado já na sua pré pria busca por sentido costuma ser displicente com o dinheiro.

Onde você quer chegar? O que você deseja ser? Que tipo de vida você pretende levar? Quais são os seus sonhos? Ou são delé rios? Definir melhor o que se precisa e deseja facilita a determinação das prioridades. Si, isso é tudo muito diné mico, mas precisa ser objeto de questionamentos e ações.

Não estranhe essa conversa de consulté rio psiquié trico. A relação com o dinheiro é bem simples e direta: ao descobrir o que você gosta e as razões para lidar melhor com seus objetivos, você usaré seu dinheiro para realizações é ntimas, deixando a necessidade de ostentar e competir com a sociedade um pouco de lado.

Quer um exemplo? Hé quem não se importe com o último modelo de carro e prefere viajar com a família e fazer programas culturais. No entanto, muitas destas pessoas tem um carro do ano na garagem porque são já cobradas já socialmente por isso ( já Você ocupa esse cargo e anda nesse carro velho? já ). O resultado é que sobra pouco ou nenhum dinheiro para o que realmente interessa: viagem e cultura.

2. Errar sem julgamento e assim perdoar a si mesmo

é natural que na vida tomemos muitas decisões erradas ou que mesmo escolhas certas (para um dado momento e contexto) resultem em consequé ncias indesejadas ou resultados inesperados. O sucesso já da noite para o dia já é fruto de muitos anos de trabalho e tentativas.

Para o erro, portanto, existem duas reações possé veis (cada qual com suas consequé ncias):

Indignação infantil, em que preferimos ficar procurando culpados e apontando o dedo em vez de reagir e aprender. Para estas pessoas, o fracasso é sinal inequé voco de falta de capacidade, de incompetância. Aqui, errar é quase imperdo vel;
Resilié ncia, que se resume em olhar a situação com humildade, procurando entender o que deu errado para aprender com o fracasso. Para estas pessoas, o fracasso é temporé rio e parte de uma histé ria de vida que não terminou, ou seja, trata-se de uma etapa, nunca o fim. Aqui, errar faz parte.
Esse item é fundamental para permitir que o dinheiro construa a felicidade na medida em que valoriza a humildade necessé ria para lidar com as perdas e fracassos, o que tira de cena nosso é mpeto de julgar os demais e não perdo -los (assim como a nós mesmos). Essa leveza tira o foco do material e dé fé lego para as prioridades pessoais e familiares.

3. Aprender a lidar com as frustrações

Tudo que dé errado, demora para acontecer (ou simplesmente não acontece) e sai diferente do planejamento inicial gera frustração. é algo diferente do fracasso porque trata-se de um sentimento vivido em situações mais corriqueiras e geralmente enquanto o fracasso ainda não é né tido ou declarado.

Ansiedade, angé stia, palpitação e até depressão são efeitos colaterais comuns de quem se deixa abater pela frustração. Hé quem deixa de insistir nos seus sonhos ao menor sinal de dificuldades e logo entra na fase mais perigosa proporcionada pela frustração: a dé vida em relação é pré prias capacidades.

As coisas vé o dar errado. Ou, se preferir, sempre existiré algué m mais feliz, mais rico e mais talentoso que você. Não adianta, é impossé vel ter tudo que você deseja e sonha, e o crédito caro sé torna essa busca mais perigosa já o endividamento por aqui causa estragos familiares por vezes irreversé veis.

O que as frustrações tem a ver com dinheiro e felicidade? Simples: aquele que tem prioridades claras e um ambiente familiar saudável, com dié logo e controle, aprende a conquistar seus sonhos (não confunda com delé rios) de forma planejada, a partir do esforé o próprio de trabalho, poupané a e investimento.

Conclusão

Você pode contar com o seu dinheiro para ter mais qualidade de vida e realização pessoal, aspectos essenciais dentro de qualquer contexto de felicidade. Essa escolha, no entanto, não tem tanto a ver com o valor do seu salário, mas com as suas prioridades e com o sentido que você dé ao seu bolso.

Tudo isso resulta em uma constatação: aquelas pessoas que menos falam sobre coisas e dinheiro e suas particularidades são as que mais o aproveitam para realizar metas e objetivos pessoais. Valide essa realidade conversando com gente feliz e bem-sucedida que você admira.

Fica o convite para uma reflexé o mais profunda sobre você, seus anseios e seu atual modo de lidar com o fracasso e a frustração. Essa busca interior vai surpreendé -lo e, de certa maneira, desperté -lo para o que realmente interessa: a jornada, e não o fim.