A frugalidade e libertadora

A frugalidade e libertadora

shutterstock_115937266Vamos aos fatos: a farra do consumo desenfreado, que vimos nesses últimos anos, acabou. E hé motivos para acreditar que acabou por um bom tempo. As perspectivas que temos pela frente não são das mais animadoras e apostar em uma recessão de longo prazo não é algo tão disparatado.

Nesses últimos anos, o brasileiro já descobriu já o crédito, poré, não descobriu ainda como usé -lo direito já Educação financeira é um tema que soa como algo sobrenatural para a maioria das pessoas e o que pudemos observar, nesses últimos anos, é que o brasileiro té pico é um consumidor (ainda) imaturo, deslumbrado e que compra qualquer porcaria sem sequer saber o pre o. Tudo o que interessa é se já a parcela cabe no planejamentojá já

Hoje, o brasileiro está endividado (as pesquisas da Confederação Nacional do Comércio mostra, consistentemente ao longo dos últimos anos, que entre 60 e 65% das famílias brasileiras tem dívidas) e, para piorar a situação, o desemprego volta para assombrar as pessoas. O tal já pleno emprego já gerou uma falsa sensação de segurané a e foi um fator que encorajou o aumento do endividamento nesses últimos anos, mas parece que o gé acabou.

O que vemos agora são pessoas que se tornaram escravas do crédito e das tranqueiras que adquiriram a prazo. O endividamento deixou de ser uma ferramenta para virar um estilo de vida. Me lembra muito aquela frase do personagem Tyler Durden (do já Clube da Luta já ), que diz que já as coisas que você possui acabam te possuindo já .

A é nica forma de se libertar dessa escravidão é reaprendendo a consumir e a usar o dinheiro. Precisamos evoluir da já era do consumo já para a já era da frugalidade para o nosso próprio be, de nossos bolsos e de nosso planeta.

Para isso, é preciso entender que já vida frugal já não é siné nimo de vida de privações. é perfeitamente possé vel manter uma alta qualidade de vida sendo frugal já basta sabermos o que é realmente importante para nós e priorizar corretamente.

Grande parte daquilo que as pessoas consomem não são, na verdade, desejos ou necessidades delas. Sé o desejos e necessidades criados externamente e já enfiados já nas cabe as das pessoas (seja atravós de publicidade, pressão social ou ambas as coisas), que acabam acreditando que precisam dirigir o carro já X já ou viajar para o lugar já Y já para serem socialmente aceitas. Ou então acreditam que marcas e já griffes já fazem parte de suas identidades pessoais.

Meu entendimento de já frugalidade já é um estilo de vida em que se abre mé o de tudo aquilo que não é importante para nós, mas investe-se pesadamente naquilo que é importante e traz qualidade de vida. Por exemplo: comer fora toda semana é realmente importante para você? Se for algo que te traga prazer real, vé em frente! Gaste dinheiro naquilo que é importante para você.

Mas se você identificar que isso não é uma coisa sua, e sim algo que já enfiaram em sua cabe a já (uma crené a do tipo já pessoas bem sucedidas frequentam restaurantes da moda toda semana já ), então livre-se imediatamente disso, pois é algo estranho é sua natureza. Você está vivendo conforme regras e conceitos de outras pessoas.

Nunca se esque a de que o real objetivo da educação financeira (e do conceito de já frugalidade já como um todo) não é criar pessoas mesquinhas, que vivem mal e que lutam para ser as pessoas já mais ricas do cemité rio já . O objetivo é trazer prazer, felicidade e tranquilidade no momento presente, no já aqui e agora já (e sem descuidar do futuro). Mas, para isso, é preciso saber o que é realmente importante e do que se deve abrir mé o.

Seja frugal e liberte-se.