Como consegui pagar meu financiamento

Planejamento e organização, metas e economia. Foi com base nisso que os nossos entrevistados de hoje conseguiram pagar o financiamento que fizeram.

Inspire-se nessas histórias e pense positivo. Se para eles foi possível, para você também é!
Exemplo de perseverança
“Eu financiei a construção da minha casa, pois já tinha um terreno quitado. Na época eu pagava aluguel e negociei com o proprietário uma forma de facilitar o pagamento da locação, para eu não me enrolar com as contas.
Foi difícil pagar o financiamento, mais o aluguel e as despesas da casa. Mas deu tudo certo! Nesse período, eu só comprava o essencial e abri mão das férias para receber em dinheiro. Depois de seis meses eu fui promovido, passei a ganhar mais e isso aliviou um pouco o meu bolso.
Depois que sai da empresa, fiquei desempregado por um bom tempo e acabei atrasando algumas parcelas do financiamento. Tive que me reorganizar e depois, eu e a minha esposa, juntamos o valor para pagar as prestações atrasadas e quitamos o restante.
Foi uma alegria muito grande quando pagamos tudo. Eu me emocionei quando o banco me entregou a escritura de hipoteca e o certificado de quitação do imóvel. Foi realmente um momento inesquecível!”
Luiz Gomes, 56 anos*
Organização e responsabilidade valem a pena
“Quando decidi comprar o meu carro, abri mão de algumas coisas que gostava, como: sair todos os fins de semana e viajar. Com o dinheiro que economizei, consegui juntar o valor da entrada.
Nesse meio tempo, aprendi a ser mais responsável com as minhas finanças, pois o banco debitava a parcela todos os meses, direto na minha conta e eu tinha que ter o dinheiro suficiente. Se você não for uma pessoa equilibrada, dificilmente conseguirá pagar as parcelas em dia. Eu fui determinada e consegui!
A sensação de terminar de pagar o financiamento é de dever cumprido. É muito bom saber que finalmente aquele bem é seu de verdade.”
Vanessa Corrêia, 27 anos*
Foco e equilíbrio para alcançar objetivos
“Com o dinheiro que sobrava no final do mês, percebi que poderia assumir um financiamento de um carro, mesmo sem juntar o valor da entrada.
Assim que o financiamento foi aprovado, eu comecei a planejar melhor o meu salário, já que ter um veículo também significa despesas com combustível, seguro, pedágio, IPVA, entre outros.
Eu passei a controlar mais o meu dinheiro e não gastar por gastar. Quando quitei o financiamento eu nem acreditei. Com força de vontade e organização, a gente vai longe!”
Renata Braga, 24 anos*
Disciplina = alívio e satisfação
“Em 2010, quando financiei meu carro, eu e a minha esposa dividimos o pagamento das parcelas. Contar com a ajuda dela foi muito importante, pois assim não atrasamos as outras contas.
Durante o financiamento, eu, minha esposa e, mesmo indiretamente, os meus filhos, aprendemos a equilibrar mais os gastos e a economizar nas despesas como água, luz e telefone.
Como sempre fui muito organizado, não precisei deixar o lazer de lado para pagar as parcelas do financiamento. Percebi que gastar por gastar não vale à pena e que a sensação de alívio quando você quita uma dívida é impagável.”
Roberto Lima, 50 anos*
 
Fonte: Meu Bolso em Dia