D vida pode levar e depressão!

 Especialista aconselha procurar ajuda. Identifique que tipo de endividado você é e una a família na busca da solução. Ela pode começar aos poucos, com algumas comprinhas no cartão de crédito, que ao fim do mês somam um valor acima do seu salário e que, por isso, não serão pagas integralmente. Aí, no mês seguinte, você já começa devendo uma quantia ao cartão e assim a dívida só aumenta, se transformando em uma bola de neve.

Mas, pode ser que seu caso seja outro: as contas até andavam em dia, mas a demissão ou uma doença repentina na família acabou aumentando sua dívida com o banco. Os motivos não importam! O fato é que, segundo dados mais recentes, de junho, 44,82% das famílias brasileiras estão devendo.

Para te ajudar a fazer as contas e sair do buraco, a professora de psicologia econômica Vera Rita de Mello faz algumas considerações. Confira!

Existem dois tipos de devedores. Um é o endividado passivo, que é aquele que por algum acidente de percurso na vida, como o desemprego ou uma doença, desorganizou a vida financeira. Esse, se tiver uma chance, volta a entrar no trilho rapidamente. O outro é o endividado ativo, que é aquele que gastou mais do que poderia. São pessoas muito ligadas no no status.

Depressão, uma consequência?

A dívida, em algumas pessoas, pode levar a um estado depressivo porque ela não vê saída, acha que não vai ter jeito, se sente desanimada. O caminho não é fácil por conta do endividamento, isso só reforça a tristeza, o desânimo.

Família deve ajudar:

Seria interessante que a família pudesse se reunir nesse momento com o objetivo comum de se organizar financeiramente, vê onde pode “apertar o cinto” até voltar a ficar em uma situação mais confortável.