Poupan a ganha destaque na era do juro baixo

 Poupança ganha destaque na era do juro baixo

Poucos duvidam de que os juros baixos de 7,25% vieram para ficar ou que a inflação cederá muito além da faixa atual entre 5% e 5,5%. Para o pequeno investidor, que ganhava 1% ao mês sem esforço no fundo DI, será difícil até empatar com a inflação. De patinho feio, a poupança se tornou imbatível quando comparada à imensa maioria dos fundos oferecidos pelos bancos comerciais.

Daqui em diante, fará toda a diferença entender bem o impacto dos impostos e da taxa de administração, que é quanto o banco cobra para cuidar do dinheiro do cliente. Também chegou o momento de o investidor buscar isenção de Imposto de Renda aplicando em fundo imobiliário, títulos e papéis atrelados a imóveis, ao agronegócio e, agora, à infraestrutura. São todas aplicações que os bancos só costumam oferecer ao cliente de alta renda.

Com juro baixo, quem quiser fazer um pé de meia para comprar um imóvel, ou para a aposentadoria, terá de economizar. Ou assumir algum tipo de risco: de uma ação cair, de uma empresa não pagar uma dívida, de um empreendimento comercial falir. Ganha mais quem conhece bem o que está fazendo e consegue desviar do tiroteio.